
viernes, 15 de enero de 2010
Nueva agresión salvaje contra delegado del nuevo sindicato de la construcción, el Sitraic de Lomas de Zamora

jueves, 14 de enero de 2010
Haití/ la solidaridad de clase es una tarea urgente [Conlutas]
El país es devastado por un terremoto, decenas de miles de muertos y heridosLa solidaridad de clase es una necesidad y una tarea urgente
Un terremoto de escala 7 devastó Haití. La magnitud puede ser vista en fotos divulgadas por gran prensa. De acuerdo con el Centro de Estudios Geológicos de los Estados Unidos (USGS), el temblor ocurrió a las 16h53 horário local, 20h horário de Brasília. Devasto a la capital Puerto Príncipe, una de las principales ciudades afectadas. Hasta el momento no se sabe con precisión el número de víctimas. Según la Cruz Roja hasta 3 millones de personas fueron afectadas por el terremoto. Según especialistas, este es el mayor temblor de los últimos 200 años en el país.
La situación en los barrios más pobres es muy grave. Las comunicaciones fueron en gran parte interrumpidas. No hay luz eléctrica en algunas ciudades. Los haitianos buscan refugio en las embajadas destrunidas. Hay escombros por toda la capital, Puerto Príncipe, lo que impide la circulación de vehículos. La mayoría de los edificios se derrumbaron. Barracas y casas que eran construidas de forma precaria no resistieron el temblor. El principal hospital también colapsó, volviendo más complicado aún la atención de los heridos. El temblor causó incendios en algunas localidades, la universidad de Puerto Príncipe también fue afectada por el temblor, y hay personas bajo los escombros.
El mayor problema es la logística, la difucultad para llegar a los rescates. La devastación tomó cuenta de un país que ya sufre con la pobreza y no tiene condiciones para lidiar con grandes desastres. Las imágenes de prensa muestran a las personas en las calles, deseperadas y heridas.
La Conlutas manifesta su solidaridad al pueblo haitiano frente al desastre ocurrido en el día de ayer.
La Conlutas entró en contacto con Batay Ouvriye y con otras organizaciones de Haití, para saber cuales medidas concretas pueden tomarse para ayudar al pueblo haitiano.
- Haití es uno de los países con peor distribución del ingreso en todo el mundo. El 10% más pobre sólo recibe el 0,7%, mientras que el 10% más rico se lleva el 47,7%.
- La expectativa de vida cayó de 52,6 años (2002), para 49,1 años (2005) . Es la más baja de América Latina y sólo superior a algunos países de Africa, Bangladesh, Laos y Afganistán.
- Con aproximadamente 120.000 infectados de VIH (el 2,2% de la población), es uno de los países con más problemas por el Sida.
boletín solidario de información
Correspondencia de Prensa
14 enero 2009
Colectivo Militante - Agenda Radical
Gaboto 1305 - Montevideo - Uruguay
redacción y suscripciones: germain5@chasque.net
Declaração do PSTU sobre a tragédia no Haiti

Não há como não se emocionar com a situação haitiana. O povo negro do país mais pobre do continente se enfrenta com mais uma tragédia brutal. Mas não se pode atribuir às consequências em mortes e feridos somente à dimensão do terremoto. A grave tragédia da natureza veio se abater sobre um país devastado pelo capitalismo. O terremoto não teria as consequências sinistras caso o país se se encontrasse em outra situação social.
O desemprego no Haiti chega a 70 a 80% em Porto Príncipe. Os poucos empregados vivem com um salário mínimo de pouco mais de 115 reais. Não existe uma estrutura nacional de assistência médica real. Há pouquíssimos hospitais públicos em todo o país que não podem cumprir qualquer papel relevante na atual situação. Agora os poucos hospitais também estão destruídos. Tampouco existe algum serviço de bombeiros. Após o terremoto, depois de verem suas casas desabarem, os próprios sobreviventes é que tentavam resgatar aqueles que ficaram presos nos escombros. Os feridos se amontoam nas praças sem possibilidade de serem atendidos por alguém. Muitos esperam a morte.
A tragédia haitiana vai ser utilizada para defender a Minustah, as tropas da ONU lideradas por soldados brasileiros que mantém a ocupação militar do país há cinco anos. Nos próximos dias, muitos tentarão demonstrar a necessidade da Minustah neste momento. Mas o objetivo real das tropas não tem nada de humanitário. É assegurar a implantação do plano econômico neoliberal a serviço das multinacionais instaladas no país. Essas grandes empresas conseguem produzir têxteis a baixíssimo preço (graças aos salários miseráveis pagos) a poucos quilômetros dos Estados Unidos. Ou seja, pagando um salário ainda mais baixo que na China e bem mais próximo do mercado dos EUA.
Os fatos desmentem a propaganda capitalista a favor da Minustah. Não houve nenhuma melhora social em cinco anos de presença das tropas. A ocupação militar serviu para reprimir as mobilizações dos operários haitianos como em agosto de 2009, na greve dos trabalhadores têxteis por um salário mínimo de 200 gourdes (190 reais), que terminou com duas mortes. Serviu para reprimir os estudantes que se manifestavam contra as tropas e tiveram mais de vinte presos em novembro passado.
E agora, no momento do terremoto, os relatos dos sobreviventes mostram a ausência da Minustah, quando mais se precisa de uma real ação humanitária. A descrição de um grupo de estudantes brasileiros presente no Haiti é impressionante. “A situação está se complicando- descrevem - saindo às ruas em busca de água, o pessoal viu muitas pessoas feridas na rua, mortas, casas desabadas e pessoas retirando os escombros, além de briga por comida, saques, um tiroteio, e o pior, aparentemente, tudo isso sem a presença de nenhum tanque, carro ou oficial da ONU nesses primeiros momentos de pavor a população. Apenas soubemos que as tropas estavam removendo os escombros do Hotel Montana, um dos hotéis da alta classe, onde deveria estar personalidades da ONU.”
Existe uma enorme distância entre a solidariedade que os trabalhadores necessitam neste momento e a legitimação da ocupação militar no Haiti. Nós do PSTU, estivemos desde o início radicalmente contra a invasão, demonstrando seu caráter pró- imperialista. Neste momento em que a dor do povo haitiano comove todo o mundo, queremos afirmar nosso chamado à solidariedade com os trabalhadores e também o nosso mais absoluto repúdio à ocupação militar. Mais que nunca, somos contra a presença dessas tropas que só defendem o capital imperialista e se mostram inúteis quando a ação humanitária é necessária.
O PSTU defende que os operários, trabalhadores e estudantes de todo o mundo façam uma campanha de solidariedade aos trabalhadores haitianos, através dos sindicatos, recolhendo contribuições nas bases, para que possamos enviar ao movimento operário haitiano. A Conlutas e seus sindicatos já estão propondo uma campanha nesse sentido. Não confiamos no governo haitiano ou brasileiro ou na Minustah como “solidárias” ao povo. A ajuda poderá servir para sufocar a revolta hoje existente no povo haitiano, assim como se perder na gigantesca corrupção presente no país.
O imperialismo demonstra seu cinismo no Haiti. Enquanto falam em solidariedade, os mesmos governos que deram 25 trilhões de dólares para os bancos na crise econômica, agora oferecem 145 milhões de dólares ao Haiti. A ONU gastou nos cinco anos de ocupação militar do Haiti 3,5 bilhões de dólares e agora “oferece”10 milhões de dólares para a ajuda ao terremoto.
Exigimos do governo brasileiro, que tanto fala em sua solidariedade ao povo haitiano, a retirada das tropas de ocupação e utilização do dinheiro que seria gasto com elas em ajuda humanitária. O governo se comprometeu a enviar ridículos entre 10 a15 milhões de dólares de ajuda, quando gastou cerca de 600 milhões de dólares com as tropas até os dias de hoje.
Fora a Minustah e a ocupação militar do Haiti!
Exigimos do governo brasileiro a retirada das tropas do país e transformação de seus gastos em uma verdadeira ajuda humanitária!
PSTU, 13 de janeiro 2010
Se solicita el paradero del menor Raimondo Estefanía Aldana
El Ministerio de Justicia y Derechos Humanos de la Provincia de Santa Fe, solicita la más amplia colaboración de toda la ciudadanía a los fines de recabar información que aporten a la búsqueda.
Fecha Desaparición: 25 de diciembre de 2009
Edad: 13 años Sexo: Femenino Localidad: Rosario Provincia: Santa Fe
Tez: Blanca Cabellos: Negro Corto Ojos: Marrones Contextura: Delgada
Altura: 1.55 mts.
Peso: ---
Cualquier información dirigirse a la Secretaría de Derechos Humanos, o bien llamar al 0800-555-3348 las 24 horas.
--
Asociacion Civil Las Diversas
Espacio Feminista
Pers. Jur. Nº 0648
www.lasdiversas. blogspot. com
Video de la Movilización de la izquierda realizada el lunes 11 frente al Congreso Nacional en Buenos Aires para repudiar el pago de la deuda externa

Video con imágenes del acto contra la deuda externa realizado enfrente al congreso por la CCC, MST, IS, Convergencia de Izquierda, Mario Cafiero, el Foro de la Deuda y otras organizaciones. Luego del acto se realizó una reunión a la que se sumaron otras organizaciones, como Proyecto Sur y Partido Obrero, en donde se acordó marcha el próximo 22 a la Plaza de Mayo para exigir el NO Pago de la Deuda Externa, diferenciándonos además de los distintos sectores de la oposición de derecha, como Redrado o la UCR, que cuestionan al gobierno pero coinciden con la línea central que lleva adelante Cristina, que es la de pagarle a los usureros internacionales.
¿Hay que dejar de pagar la deuda para invertir en salud, vivienda, educación, salarios y trabajo!
Todos los gobiernos que se sucedieron desde el año 83 a la fecha - tanto peronistas como radicales - ya han pagado más de 200.000 millones de dólares en conceptos de deuda externa.
¡Sin embargo continuamos debiendo cerca de 180.000 mil millones! Esto significa que todos los presidentes, incluidos Néstor y Cristina, fueron cómplices de una estafa monumental perpetrada para aumentar las ganancias de los grandes banqueros internacionales y el FMI.
El tema de la deuda volvió a ubicarse en el tapete a partir de la negativa del presidente del Banco Central - Martín Redrado - a pagar vencimientos de la misma con fondos provenientes de las reservas de la institución que preside este ex funcionario menemista.
Redrado mantiene un acuerdo sustancial con Cristina y la mayoría de la oposición patronal, que está a favor de seguir pagando la deuda. Sólo está en contra de recurrir - en este momento - a las reservas. Lo que Redrado propone es pedir nuevos créditos… O sea ¡Endeudar más!
Los socialistas no acordamos con ninguno de estos funcionarios cómplices del saqueo imperialista que está liquidando los recursos naturales y sociales de nuestro país. Desde siempre dijimos que no hay que pagar la deuda externa y que con esos cuantiosos fondos hay que cubrir las necesidades insatisfechas de la mayoría de los trabajadores y el pueblo.
Estamos en contra de tocar las reservas y de continuar pagando esa fabulosa estafa que enriquece a pocos a costa del hambre y la desocupación de millones. Con el dinero de la deuda hay que poner en marcha un plan de obras públicas que de trabajo a millones, construyendo escuelas, caminos, hospitales y viviendas.
Proponemos dejar de pagar la deuda para invertir todo lo necesario en la salud y la educación pública y gratuita y para que se imponga un seguro de 2500 pesos para todos los desocupados hasta que consigan un nuevo empleo.
Repudiamos la decisión del gobierno de Cristina de recurrir a las reservas y de continuar pagándole a los usureros internacionales y llamamos a todos los sectores democráticos, nacionalistas y de izquierda a organizar juntos una gran movilización al Banco Central y a la Plaza de Mayo para defender la soberanía nacional.
www.convergenciadeizquierda.org
martes, 12 de enero de 2010
Solidaridad a los dirigentes sindicales del Hospital Larcade
foto: ANRedHospital Larcade de San Miguel:
Criminalizan a dirigentes sindicales para privatizar la salud
Escribe Eduardo Barragán
Se cumplen ocho semanas de lucha en el hospital Larcade. Empezó el 15 y 16 de octubre tomando el hospital por falta de pago en las horas extras, la ex-tensión horaria, las becas y los reemplazos de guardia. En menos de 24 horas pagaron todo lo que se adeudaba.
La unidad de los trabajadores y la asamblea democrática fueron las bases del triunfo. Una semana después, apareció un decreto por el que se trasladaba a 15 profesionales a centros de atención primaria (salitas), entre ellos 5 miembros de la comisión directiva de
Tres objetivos tenía la medida: dividir a profesionales de no profesionales, terminar con
¿Porque este ataque?
Porque el objetivo final de las autoridades municipales es privatizar el hospital a través de contratos con obras sociales, de tercerizaciones, de arancelamiento. Para estos «señores» la salud es un negocio. Para eso quieren aplicar el modelo del municipio vecino de Malvinas Argentinas, que, a su vez, responde al modelo que pregonan el Banco Mundial y el FMI desde la década del ´90.
Para avanzar en la aplicación de este modelo es necesario derrotar a los trabajadores, dividir-los y terminar con las organizaciones sindicales que se oponen a él y defienden los derechos de los trabajadores. Por eso el ataque a
Se les cayó la máscara
A medida que pasan los días, que se mantiene la unidad de los trabajadores en la lucha, que crece la solidaridad de la población, que se fortalece el funcionamiento democrático de las asambleas, la máscara con la que se intentó ocultar el verdadero objetivo del Intendente y su séquito de funcionarios, se está cayendo. El viernes 4 de diciembre dos de los dirigentes de
También se nos dijo que era decisión del Intendente municipal, despedirnos porque nuestra permanencia en el municipio «era incompatible con el plan de salud del Intendente». Reconocen con esto que los «traslados a salitas» eran una trampa grotesca. Porque nos quieren fuera del municipio.
Ningún empacho tuvieron em reconocer que éramos buenos trabajadores, con largos años de trayectoria y con legajos impecables en el desempeño de nuestras funciones.
El Secretario de Gobierno dejó al descubierto el objetivo del Intendente municipal: privatizar el hospital. Por eso quienes defendemos el hospital público, gratuito y de calidad, somos «incompatibles» con el plan del Intendente, que es la privatización del hospital. En realidad significa avanzar en la privatización de la salud del municipio. Por eso es también que despidieron a trabajadores municipales precarizados, por el «delito» de apoyar nos, y pese a que anunciaron em el ministerio su reincorporación, aún no firmaron el decreto.
Para garantizar este «negocio» no tienen el más mínimo escrúpulo: inventan un plan que no existe, falsifican las estadísticas del hospital y de los centros de atención primaria, inventan uma causa penal convirtiendo a los médicos con legajos impecables -según sus propias palabras- em criminales comunes.
Desconocen las leyes laborales del país y la propia Constitución Nacional, desconocen fallos de
El conflicto del Larcade enfrenta dos «modelos» que sirven a las patronales y al gobierno
El modelo de salud pública y gratuita que defienden los trabajadores del hospital y municipales que enfrenta al modelo privatizador del Intendente De
El modelo de sindicatos democráticos y combativos que defienden los trabajadores del hospital y del municipio enfrenta al modelo de sindicatos burocráticos y verticalistas, que defienden Moyano, Zanola, Belén y tantos otros agentes de la patronal.
Esto es lo que está en juego em el conflicto del hospital Larcade de San Miguel.
*******
¡No a la criminalización de dirigentes sindicales!
¡No a la privatización de la salud!
Se cumplen ocho semanas de lucha en el hospital Larcade en San Miguel, Provincia de Buenos Aires, Argentina. Empezó el 15 y 16 de octubre tomando el hospital por falta de pago en las horas extras, la extensión horaria, las becas y los reemplazos de guardia. En menos de 24 horas pagaron todo lo que se adeudaba. La unidad de los trabajadores y la asamblea democrática fueron las bases del triunfo.
Una semana después, apareció un decreto por el que se trasladaba a 15 profesionales a centros de atención primaria (salitas), entre ellos 5 miembros de la comisión directiva de
Tres objetivos tenía la medida: dividir a profesionales de no profesionales, terminar con
El objetivo final de las autoridades municipales es privatizar el hospital a través de contratos con obras sociales, de tercerizaciones, de arancelamiento. Para eso quieren aplicar el modelo del municipio vecino de Malvinas Argentinas, que, a su vez, responde al modelo que pregonan el Banco Mundial y el FMI desde la década del 90.
Para avanzar en la aplicación de este modelo es necesario derrotar a los trabajadores, dividirlos y terminar con las organizaciones sindicales que se oponen a él y defienden los derechos de los trabajadores. Por eso el ataque a
Suspensión y exoneración
Los médicos no acataron el traslado compulsivo que además de injusto es ilegal. Luego fueron suspendidos por 2 meses hasta el 10 de enero. Frente a eso algunos médicos terminaron retrocediendo, pero cinco siguieron resistiendo.
El viernes 4 de diciembre dos de los dirigentes de
Se dijo que los despidos era decisión del Intendente municipal porque su permanencia en el municipio "era incompatible con el plan de salud del Intendente". Así que inventan una causa penal convirtiendo a los médicos con legajos impecables - según sus propias palabras - en criminales comunes.
Desconocen las leyes laborales del país y la propia Constitución Nacional, desconocen fallos de
Campaña de solidaridad contra los traslados y las exoneraciones
Los trabajadores están dispuestos a seguir movilizados y han votado un plan de lucha. Al mismo tiempo queremos intensificar la campaña nacional e internacional de solidaridad a los profesionales amenazados de exoneración. En este sentido pedimos a las entidades democráticas, sindicatos, partidos políticos y personalidades que se manifiesten exigiendo de las autoridades el fin de los traslados, amenazas de despidos y de exoneraciones de los médicos del Hospital Larcade. Con ese fin, adjuntamos un modelo de nota con las direcciones para que sean enviadas.
Saludos sindicales.
Asociación de Profesionales Universitarios del Hospital Larcade (APUHL)
Horacio Alonso Eduardo Barragán
Presidente Secretario gremial
********
NOTA DE SOLIDARIEDAD
A los trabajadores del Sindicato Municipal de San Miguel, JoséC. Paz y Malvinas Argentinas y a los trabajadores del hospital Larcade de San Miguel.
Reciban nuestra total solidaridad en la lucha que llevan adelante en defensa de la salud pública y gratuita y por la libertad y la democracia sindical.
Los traslados, suspensiones, despidos y la denuncia penal, convierte a los luchadores sindicales en delincuentes.
La única explicación para este ataque autoritario y por fuera de las leyes del país, es la destrucción de las organizaciones sindicales que han defendido históricamente la salud pública y gratuita, los intereses de los trabajadores y que han hecho de la democracia sindical su forma de funcionamiento y mejor arma para mantener la unidad de los trabajadores en la lucha.
¡Por la salud pública y gratuita!
¡Por sindicatos democráticos!
¡Por la unidad de los trabajadores!
Firman:
Enviar la nota de solidariedad para las seguintes direcciones:
1) Asociación de los profesionales del Hospital Larcade
2) Dr. Eduardo Barragán
PRONUNCIAMENTO
Al Sr. Dr. Joaquín De
Intendente Municipal de San Miguel.
S. / D.
C.C.:
Presidenta de
Gobernador de
Enterados de los traslados compulsivos de los médicos Roberto Intani, Pablo Gil, Hugo Fernández, Horacio Alonso y Eduardo Barragán, de Hospital Larcade, San Miguel, posteriormente suspendidos por 60 días, a lo que se agrega la demanda penal y la amenaza de despido y exoneración en el ejercicio de su profesión:
Ø Exigimos el inmediato cese de estas sanciones que violan la ley y son un ataque a la libertad sindical y persecución a los dirigentes y luchadores y la organización sindical.
Ø Denunciaremos ante las organizaciones internacionales del trabajo y los derechos humanos, el comportamiento autoritario de vuestro gobierno.
Ciudad, país, fecha
Firma:
Enviar el pronunciamiento para las seguintes direcciones:
1) Intendente de San Miguel Joaquín De
- SECRETARIA PRIVADA: (FAX) 0054 23 4451-5821
- Email: privada@msm.gov.ar
2) Gobierno de
- Email: sprivgob@gba.gov.ar
3) Presidencia de
- Secretariageneral@presidencia.gov.ar
Con copia:
4) Asociación de los profesionales del Hospital Larcade
5) Dr. Eduardo Barragán
Frente Obrero Socialista
sábado, 9 de enero de 2010
Comunicado de Prensa: Lunes 11, 18 hs – Acto frente al Congreso

“No pagar la deuda externa”
El lunes 11 a las 18, frente al Congreso de la Nación, la CCC, el MST, Convergencia de Izquierda, el Foro de la Deuda Externa y otras organizaciones sociales y políticas realizarán un acto unitario con la consigna “No pagar de la deuda externa”.
Entre otros dirigentes, hablarán Amancay Ardura, Marcelo Parrilli, Mario Cafiero y Daniel Campos. Los convocantes invitan “a todos aquellos sectores que coincidan en que es necesario no pagar ni un solo peso de la deuda externa fraudulenta e ilegítima”. Asimismo, afirmaron: “El gobierno K, Martín Redrado y también la oposición de derecha, por distintas vías, coinciden en pagar. Nosotros sostenemos que la única necesidad es cumplir con la deuda social, invirtiendo en trabajo, vivienda, salud y educación.
Amancay Ardura
(15) 5954-5905
Marcelo Parrrilli
(15) 5808-0203
Daniel Campos
(15) 6878-2350
Mario Cafiero
(15) 5008-2237
Santa Fe, Argentina: Causa Brusa: condenas de entre 19 y 23 años de cárcel para seis represores
Nota realizada por el programa de tv Mirada Interior de Greta Roquero/ Fabian Naistat
El ex juez santafesino Víctor hermes Brusa fue condenado a 21 años de prisión y otros cinco represores fueron sentenciados a entre 19 y 23 años de cárcel en el marco de la primera condena en la provincia contra personas que cometieron delitos de lesa humanidad en la última dictadura. El Tribunal Oral Federal de Santa Fe leyó la sentencia desde poco después de las 18 de esta tarde y dio fin al proceso oral y público que se inició el 1º de septiembre. Las condenas fueron de 21 años al ex juez Hermes Brusa, 22 años para los ex policías Juan Calixto Perizotti, 19 años para María Eva Aebi, 20 años para Mario José Fascino, 23 años para Héctor Colombini, igual que para Eduardo Ramos por delitos de lesa humanidad cometidos durante la última dictadura en Santa Fe. La sentencia fue leída por el presidente del Tribunal, Roberto Manuel López Arango, y representó la primera condena por este tipo de delitos en la historia de la provincia de Santa Fe, en el marco de la denominada Causa Brusa. Brusa fue condenado por ser considerado autor penalmente responsable de apremios ilegales en ocho hechos, en concurso real, durante su actuación como funcionario judicial durante la última dictadura militar. Además, cinco ex policías fueron condenados a penas de entre 19 y 23 años de prisión por ser responsables en carácter de coautores de los delitos de privación ilegítima de la libertad agravada por violencias y amenazas e imposición de tormentos. Todos los delitos fueron cometidos, según el tribunal, en el marco de un plan sistemático y generalizado de represión por parte del Estado, lo que los transforma en delitos de lesa humanidad. Así, Juan Calixto Perizotti fue condenado a 22 años de prisión, María Eva Aebi a 19 años; Eduardo Curro Ramos a 23 años; Mario José Facino a 20 años; y Héctor Pollo Colombini a 23 años de prisión. Además, el tribunal, también integrado por los conjueces Carlos Renna y Andrea Alberto de Creus, dispuso la inhabilitación absoluta y perpetua para todos los acusados, quienes deberán responder por las costas del juicio. López Arango, juez subrogante e integrante del Tribunal Oral de Paraná, aclaró que el fallo fue resuelto por unanimidad por los tres encargados de llevar adelante el juicio. La causa se inició a mediados de 2002, luego de que el juez federal Reinaldo Rodríguez declaró inconstitucionales las leyes de Punto Final y Obediencia Debida, y en su desarrollo tuvo demoras por recusaciones y pedidos de nulidad interpuestos por la defensa. Los acusados están presos desde inicios de 2005, cuando fueron procesados por delitos como apremios ilegales, tormentos y privación ilegal de la libertad, todos en concurso real. Brusa es juzgado por su actuación como funcionario judicial en la dictadura, es decir antes de ser nombrado juez federal durante la presidencia de Carlos Menem. Facino, en tanto, fue jefe de la comisaría Cuarta de Santa Fe, uno de los lugares que las víctimas denunciaron como centro de detención ilegal y torturas. Colombini, alias Pollo, fue agente de Informaciones (D2) de la policía durante la dictadura, mientras que Perizotti fue jefe de la Guardia de Infantería Reforzada, donde María Eva Aebi era carcelera. Finalmente, Eduardo Curro Ramos fue agente de Informaciones de la policía. Las condenas se acercaron a lo solicitado tanto por las partes querellantes como por los fiscales. La Liga de los Derechos del Hombre pidió prisión perpetua para todos los imputados, y la Secretaría de Derechos Humanos de la Nación solicitó 25 años de prisión para la totalidad de los acusados. Por su parte, los abogados querellantes Alejandra Romero y Guillermo Munné pidieron 25 años de prisión para Perizotti, Aebi, Colombini y Eduardo Ramos, y 20 años de prisión para el ex juez federal. En cuanto al Ministerio Público Fiscal, pidió 23 años de prisión para Brusa; 25 años para Eduardo Ramos y Héctor Colombini; 24 años para Perizotti y 23 años para María Aebi y Mario Facino; mientras que las defensas habían solicitado la absolución de los imputados. La lectura de los fundamentos de la condena será el 15 de febrero de 2010.
viernes, 8 de enero de 2010
¡Acabemos con el saqueo de los recursos naturales y sociales!

¿Hay que dejar de pagar la deuda para invertir en salud, vivienda, educación, salarios y trabajo!
Todos los gobiernos que se sucedieron desde el año 83 a la fecha - tanto peronistas como radicales - ya han pagado más de 200.000 millones de dólares en conceptos de deuda externa.
¡Sin embargo continuamos debiendo cerca de 180.000 mil millones! Esto significa que todos los presidentes, incluidos Néstor y Cristina, fueron cómplices de una estafa monumental perpetrada para aumentar las ganancias de los grandes banqueros internacionales y el FMI.
El tema de la deuda volvió a ubicarse en el tapete a partir de la negativa del presidente del Banco Central - Martín Redrado - a pagar vencimientos de la misma con fondos provenientes de las reservas de la institución que preside este ex funcionario menemista.
Redrado mantiene un acuerdo sustancial con Cristina y la mayoría de la oposición patronal, que está a favor de seguir pagando la deuda. Sólo está en contra de recurrir - en este momento - a las reservas. Lo que Redrado propone es pedir nuevos créditos… O sea ¡Endeudar más!
Los socialistas no acordamos con ninguno de estos funcionarios cómplices del saqueo imperialista que está liquidando los recursos naturales y sociales de nuestro país. Desde siempre dijimos que no hay que pagar la deuda externa y que con esos cuantiosos fondos hay que cubrir las necesidades insatisfechas de la mayoría de los trabajadores y el pueblo.
Estamos en contra de tocar las reservas y de continuar pagando esa fabulosa estafa que enriquece a pocos a costa del hambre y la desocupación de millones. Con el dinero de la deuda hay que poner en marcha un plan de obras públicas que de trabajo a millones, construyendo escuelas, caminos, hospitales y viviendas.
Proponemos dejar de pagar la deuda para invertir todo lo necesario en la salud y la educación pública y gratuita y para que se imponga un seguro de 2500 pesos para todos los desocupados hasta que consigan un nuevo empleo.
Repudiamos la decisión del gobierno de Cristina de recurrir a las reservas y de continuar pagándole a los usureros internacionales y llamamos a todos los sectores democráticos, nacionalistas y de izquierda a organizar juntos una gran movilización al Banco Central y a la Plaza de Mayo para defender la soberanía nacional.
www.convergenciadeizquierda.org
CHILE: 8 de enero inicio juicio a Elena Varela. Libertad ya!!!
http://www.youtube.com/watch?v=htP1vAJVeKM
Elena fue falsamente acusada e terrorista por los fiscales antimapuches
Fue encarcelada y torturada física y psicologicamente
Fue invitada a la segunda muestra de DOCA donde fue convertida en socia plena por sus méritos artísticos y políticos
Dos veces más salió de Chile invitada a eventos internacionales de documental.
Siempre volvió a su patria para defender de cara a su pueblo su inocencia y su derecho inalienable a difundir la verdad del pueblo mapuche.
No a la aplicación de la justicia neo-pinochetista a los luchadores populares
No a los testigos sin rostro
No a las leyes antiterroristas
No a la persecución de los documentalistas que ponen el cuerpo y la camara por los pueblos oprimidos
Libertad a Elena Varela y a los 50 presos políticos mapuches.
Basta de represión al pueblo Mapuche
Devolución irrestricta del material incautado y justa indemnización por los daños morales y materiales causados a nuestra compañera por este montaje infame.
8 de enero estaremos gritando: Libertad a Elena Varela y a los 50 presos mapuches!
Si tocan a uno tocan a todos
DOCA documentalistas argentinos
A LA COMUNIDAD NACIONAL E INTERNACIONAL, A TODOS LOS COMPAÑEROS SOLIDARIOS DEL MUNDO.
Quiero compartir estos momentos con quienes me han acompañado a lo largo de esta lucha por la libertad. Fui detenida el 07 de mayo del 2008 y desde ese momento ustedes han estado conmigo. Algunos alzando sus voces clamando justicia, otros con abrazos como lo hacen los hermanos. los compañeros, otros con sus cantos y el apoyo político social. Casi son dos años de esfuerzo y de dolor, de prisión, persecución y de injusticia, esto sin contar los cuatro años de investigación de inteligencia. Este 08 de ENERO comienza el juicio en mi contra donde con mas fuerza he tenido que levantarme para decir la verdad, para hacerles saber a jueces y fiscales que en este país aun se tortura, se persigue y se niega la verdad. Quiero decirles que no soy una delincuente. ni tampoco una terrorista. Que la vida se me ha ido construyendo una sociedad mas linda, entre niños y viejos. Les pido en estos momentos toda su presencia como ustedes saben hacerla. Que el grito LIBERTAD se levante desde el sur de Chile y traspase todas las fronteras. Por la Justicia y por la dignidad de nosotros los que pensamos y decimos la verdad, los que creemos que es posible aun y a pesar de todo un mundo fraterno y solidario.
Elena Varela
www.libertadaelenav arela.blogspot. com
jueves, 31 de diciembre de 2009
CHILE: SI NO HAY JUSTICIA, HAY "LA FUNA" , ESCRACHE "AL PRINCIPE" ASESINO DE VICTOR JARA
POR EL DELITO DE ABUSO SEXUAL AGRAVADO
Condenaron a Storni a ocho años de prisión y su abogado ya apeló La jueza Mascheroni resolvió aplicarle la pena mínima al sacerdote en la cuarta causa que se resuelve, de las que involucran al prelado. El ex arzobispo quedaría en prisión domiciliaria por su avanzada edad. El abogado defensor apeló a las pocas horas y explicó en detalle por qué considera que el fallo debe ser modificado.
Cabe aclarar que el proceso se inició hace poco más de siete años, pero por un hecho ocurrido en el año 1992 en perjuicio del entonces seminarista Rubén Descalzo.
La decisión fue apelada a los pocos minutos por el abogado defensor Eduardo Jauchen que interpuso el recurso de nulidad y apelación con las reservas pertinentes de llevar el caso a las cortes provincial y nacional. Así lo detalló esta mañana en diálogo con LT10 el representante legal del ex arzobispo santafesino, quien basó su decisión en “las innumerables violaciones a las garantías constitucionales que se vinieron consumando a lo largo de todo el proceso”.
Por lo tanto, ahora queda librado a la resolución que tomarán los mencionados tribunales que deberán encargarse de revisar –más allá de la cuestión de fondo- que se hayan cumplido todas las garantías constitucionales que prevé la Constitución para cada ciudadano.
Vale mencionar que la pena aplicada es el mínimo que puede imponerse ante la comprobación del delito de abuso sexual, en este caso, agravado por la condición de cura de Storni.
- “No, en absoluto” afirmó el letrado. Si bien reconoció que “tiene contenido, explicaciones y sus fundamentos” recordó que “no cualquier sentencia, en cuanto a sus motivaciones, satisface las exigencias constitucionales de lo que es una resolución adecuada a la decisión definitiva que con grado de certeza de un proceso penal se requiere para poder condenar a un ciudadano”.
Del mismo modo mencionó que para cumplir esos objetivos “se debe llegar a un nivel de certeza y convicción absoluta del tribunal que debe surgir exclusivamente de las pruebas que se hayan agregado a la causa” y, según consideró, “en este proceso, desde mi punto de vista, existe una total orfandad probatoria para arribar a un estado de probabilidad sobre la autoría de Storni en relación a los hechos que se le atribuyen, mucho menos de certeza”.
Por otra parte, Jauchen hizo referencia a “la repercusión social que esta causa tiene y la presión que eso indica”. Ante esto subrayó que “quien llega a juez debe ser impermeable a cualquier tipo de presión que indica la garantía constitucional de la independencia y tener la facultad de autonomía de criterio y no ser presionado por grupos, poderes del Estado, la prensa, la opinión pública, etc.”.
Asimismo consideró que “sospechar de cualquier persona es natural” pero estimó que “si nos sometemos al sistema democrático y republicano, la que manda es la ley, cualquiera sea el ciudadano” por lo que “todo ciudadano del país está sometido a la ley y se deben respetar sus derechos individuales y sus garantías constitucionales” . Además señaló que “para quebrantar el estado de inocencia del cual todos gozamos no es suficiente con que sospechemos porque hay rumores”.
Finalmente, cabe aclarar que el condenado tiene 73 años por lo que, después de más de siete años de procesos, debería cumplir arresto domiciliario no sólo por su edad sino por un supuesto mal estado de salud que citó el abogado.
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Asociacion Civil Las Diversas
Espacio Feminista
Pers. Jur. Nº 0648
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