miércoles, 9 de mayo de 2012
martes, 8 de mayo de 2012
Escrito por Dirección Nacional del PSTU
Una vez más sobre las calumnias de la CST/UIT
lunes, 7 de mayo de 2012
Vea el video del acto de los 30 años de la LIT-CI
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lunes, 30 de abril de 2012
Ato dos 30 anos da LIT reúne cerca de 1200 no Congresso da CSP-Conlutas
| Direto de Sumaré (SP) |
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Eduardo Almeida, dirigente do partido brasileiro
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• Um grande ato internacionalista em meio a um congresso que reúne alguns dos setores mais combativos da classe trabalhadora e dos movimentos sociais do país. O ato de comemoração dos 30 anos da Liga Internacional dos Trabalhadores não poderia ter ocasião mais propícia. Realizado na noite desse 28 de abril no auditório principal da Estância Árvore da Vida, em Sumaré, o ato empolgou o público, algo como 1200 pessoas que assistiram por duas horas e meia antigos e novos militantes dessa corrente fundada pelo dirigente Nahuel Moreno em 1982 e que está presente hoje em 23 países.
A mesa foi composta pelos dirigentes do PSTU brasileiro Dirceu Travesso, Vanessa Portugal e Ana Luiza. Estiveram presentes compondo simbolicamente a mesa representantes das seções da LIT e partidos simpatizantes da Argentina, Costa Rica, Chile, Peru, Uruguai, Paraguai, EUA, Inglaterra, Bélgica, Itália, Espanha, além do Haiti.
Sem a LIT, não teria PSTU
O dirigente do PSTU brasileiro Eduardo Almeida colocou em perspectiva os desafios e dificuldades colocados aos revolucionários frente ao governo Dilma. "Vejos muitos companheiros impressionados com a popularidade do governo Dilma. Mas na época da ditadura, em 1976, por exemplo, a ditadura parecia invencível. Há dois anos, o povo egípcio não imaginava que derrubaria um governo", afirmou.
Edu citou ainda as dificuldades da década de 90 para o conjunto da esquerda, em especial a socialista. "Naquela época, pensar em revolução era algo muito incomum", disse, salientando porém que "hoje, as revoluções no Norte da África e as mobilizações na Europa mostram que a situação é distinta, tudo o que era sólido agora se desmancha no ar" . O dirigente brasileiro arrancou aplausos ao conclamar que "somos hoje uma minoria, mas o futuro nos pertence".
Edu pontuou ainda uma diferença fundamental que a LIT cultivou nesses anos: a moral proletária em oposição à moral do vale-tudo que atingiu a quase totalidade das organizações revolucionárias. "Nós temos uma moral, que é aquela baseada na solidariedade dos piquetes, na fraternidade dos lutadores". Ressaltando a importância da organização internacional, Almeida destacou que “sem a LIT não existira o PSTU”.
Opressão e internacionalismo
O combate às opressões e o seu lugar na luta do socialismo foi lembrado na fala de Vera Lúcia, mulher, negra e operária, dirigente do PSTU em Aracaju (SE). “Tenho orgulho do PSTU estar na linha de frente na luta contra a opressão às mulheres, negras e negro, aos homossexuais”, disse.
Vera desmistificou ainda o papel do governo Dillma nessa questão: “Dilma, que é uma mulher que foi perseguida, presa, torturada, não governa para as mulheres trabalhadoras”. A dirigente atacou governos como o de Cuba que, longe de serem socialistas, são ditaduras que oprimem setores como os homossexuais. “Na sociedade que queremos, as mulheres, negras, brancas, homossexuais, heterossexuais, terão as mesmas condições de viverem intensamente suas diferenças.”
O dirigente ítalo-senegalês, Moustapha Wagne, do Partido da Alternativa Comunista, da Itália, fez uma fala emocionante, professando sua fé na luta e no futuro socialista da humanidade. “É a luta que vai ganhar, o futuro vai vencer, não só no Brasil, mas na Europa, na Áfria, na Ásia, em todo o mundo”, disse, arrancando aplausos.
Já Didier Dominique, dirigente do Batay Ouvriye, relatou sua impressão com o internacionalismo militante da LIT. “Não me esqueço quando a delegação da CSP-Conlutas esteve no Haiti pela primeira vez, o companheiro Toninho, diante do povo, disse que se fosse necessário queimar uma bandeira brasileira na luta contra a ocupação militar, a Conlutas não hesitaria em fazer isso”. Didier relatou que isso de fato aconteceu em um protesto contra a ocupação, quando uma bandeira dos EUA e do Brasil foram incendiadas. “Quando Toninho disse aquilo, eu soube que a LIT estava conosco”.

Otimismo
A fala de Valério Arcary fez os presentes irem dos risos às lágrimas em poucos minutos. “Sempre me perguntam: ‘por que vocês são tão otimistas? O que vocês tomam no café da manhã?’”. Valério relatou que o conjunto da esquerda vive hoje uma fase “triste, melancólica..”. “Esse otimismo vem de nossa visão de mundo, pois sabemos que as bases que sustentam o capitalismo são minúsculas. Têm razão aqueles que se levantaram nos EUA e que dizem: ‘eles são apenas 1%, não podem conosco’”.
Para Arcary, esse otimismo revolucionário, “preocupado” segundo qualificou, vem também da fé na força da classe trabalhadora. “Nós confiamos na classe operária, mesmo quando eles não confiam neles mesmos”, disse. “Não esquecemos a greve dos petroleiros de 1995, quando em poucas semanas de greve a burguesia estava de joelhos, e eram apenas 50 mil; quando a classe operária cruza os braços, nada funciona!”
Criado e provado na luta
A finalização do ato ficou por conta do dirigente histórico da corrente morenista, Eduardo Barragán, um dos fundadores da LIT. Barragán colocou como marco fundamental para a criação da organização os eventos da revolução sandinista, dois anos antes da fundação da entidade. Moreno, então dirigente da Fração Bolchevique, ao observar que a mobilização da classe na Nicarágua passava pela Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN), chamou a mais ampla unidade de ação contra a então ditadura Somoza, organizando a brigada internacionalista Simón Bolivar, para lutar ao lado dos sandinistas.
“Em nossas sedes, milhares de voluntários apareceram”, relembrou. “E nesse momento todas as organizações guerrilheiras, o estalinismo, estavam contra a revolução na Nicarágua”, disse. O compromisso internacionalista da corrente que originou a LIT foi provada com sangue: cinco mortos e inúmeros feridos. Mas Barragán também pontuou que se a origem da LIT era gestada por esssa política, também o foi pela ação dos inimigos.
A insistência da brigada em, após a queda de Somoza, organizar os trabalhadores em sindicatos independentes , fez o governo sandinista prender os seus integrantes, que ainda foram torturados e expulsos da Nicarágua. Isso causou nova definição no alinhamento das correntes trotsquistas. As correntes que eram contra a revolução, agora estavam incondicionalmente ao lado do governo nicaraguense, e apoiando a prisão e expulsão da brigada. “Houve um profundo problema moral quando os partidos trotsquistas se colocaram ao lado do governo burguês, Moreno então concluiu sua experiência com essas correntes e dois anos depois fundava a LIT”.
Quatro anos após sua fundação, a LIT se tornava uma das maiores correntes trotsquistas do mundo, e o partido argentino, o MAS, a maior organização trotsquista.
Barragán porém, relatou a crise da esquerda na década de 1990, que atingiu inclusive as fileiras da Liga. A LIT, porém, na superação dessa crise e batalha pela reconstrução da IV Internacional, nunca abandonou a essência do programa trostquista: a tomada do poder. Isso em um momento em que a grande maioria das correntes que se reivindicam trostsquistas abandonaram qualquer perspectiva da luta pelo poder, muitas vezes passando de armas e bagagens para o campo eleitoral burguês.
Barrgán pontuou, por fim, a atualidade do programa trotsquista e os desafios colocados à LIT, em um momento em que o mundo ainda assiste os efeitos da maior crise capitalista após 1929, mas também as revoluções árabes e o levante na Europa. “Temos dois grandes desafios: fortalecer nosso trabalho na Europa e nossa implantação no Oriente Médio e Norte da África”.
Encuentro de Mujeres de la CSP-Conlutas es obrero e internacional
Apertura del I Congreso Nacional de la CSP-Conlutas emociona a los presentes
| Escrito por Margarido |
| Domingo 29 de Abril de 2012 |
Acto de abertura da inicio al congreso de la entidad
Diversas
delegaciones todavía estaban llegando a Sumaré (SP) cuando acontecía
la apertura del I Congreso de la CSP-Conlutas, en la noche de ese 27 de
abril. Lejos de ser un acto burocrático y aburrido, el acto de apertura
emocionó y entusiasmó a los presentes. Gran parte de los participantes
venía directo del encuentro de mujeres, ocurrido durante el día.
La
amplia mesa reflejaba la pluralidad de la composición y banderas de
lucha de la Central. El congreso fue abierto por el compañero Sebastião
Carlos, Cacau, miembro del Ejecutivo Nacional de la Central. Uno de los
invitados a la mesa de apertura, el cabo Benevenuto Daciolo, dirigente
de los bomberos en Rio de Janeiro e injustamente expulsado por el
gobierno Cabral después de la huelga de la corporación a principios de
año, ubicó a los estudiantes de la ANEL en el plenario y los llamó a
gritar la consigna que él había oído durante el congreso esa entidad, en
2011. “No soy títere del gobierno Federal, soy estudiante libre de la
Asamblea Nacional”, respondieron los estudiantes, al unísono.
“Estamos
luchando ahora por la amnistía”, afirmó Daciolo, denunciando la
política represiva del gobierno y su prisión arbitraria. El cabo invitó a
todos para una gran manifestación en Rio de Janeiro, frente al Copacabana Palace,
el día 20 de mayo. Al final, Daciolo ensayó su tradicional grito de
guerra. “¿Quién es, quien es?”, preguntó, al que todos respondieron:
“son los trabajadores en lucha”.
Una
de las intervenciones que más emocionaron los presentes fue la de Dirce
Veron, de la etnia Kaiowá y Guarani, representando a las comunidades
indígenas. “En nuestra comunidad somos 70 mil indígenas, estoy aquí para
decir ‘nosotros existimos’”, afirmó. “Los kaiowás, los Guaranies,
existen”, afirmó enfáticamente, denunciando el gobierno que se olvida de
los indígenas.
El
padre de Dirce fue asesinado en una disputa por tierra en el Mato
Grosso, y reclama el poco interés de las autoridades. “Mientras miraba
el féretro de mi padre, me acordaba que ellos sólo vienen aquí para las
elecciones, y después no aparecen más”. La representante indígena afirmó
que, para el gobierno, “nosotros no tenemos ningún valor, quien tiene
valor allá es el ganado”.
La
activista egipcia Fatma Ramadan, que ya había participado del encuentro
de mujeres, también compuso la mesa de apertura del congreso.
Representante de la Federación de Sindicatos Independientes de Egipto,
Fatma habló sobre la importancia de la clase trabajadora en el
derrocamiento del régimen de Mubarak. “Del año 2000 hasta la caída de
Mubarak, el 25 de enero de 2011, los trabajadores egipcios hicieron más
de tres mil huelgas”, relató.
El estudiante secundario chileno, Camilo Pinto, también relató las recientes luchas que estremecen el país gobernado por Piñera.
Compuso
la mesa también, además de otros dirigentes sindicales y del movimiento
popular, el representante de la Intersindical, Mané Melato, del
Sindicato de los Metalúrgicos de Campinas y Región. A pesar de destacar
los temas polémicos, Melato expuso la necesidad de unificar las luchas.
Ya José Maria de Almeida, Zé Maria, agradeció a todos los presentes,
resaltó la importancia de las delegaciones internacionales y reafirmó la
necesidad de unir las luchas, aunque por hoy no sea posible unificar a
las entidades. Saludó también a los sectores que se aproximan a la
CSP-Conlutas, como la Fenasps (Federación de funcionarios públicos).
Fuente: www.pstu.org.br |
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La
CST/Unidos para Luchar*, en Brasil, y la UIT, a nivel internacional,
han hecho una intensa campaña de calumnias, al mejor estilo estalinista,
contra la CSP-Conlutas, el PSTU y la LIT. 
El
acto de conmemoración de los 30 años de la Liga Internacional de los
Trabajadores se realizó en la noche del 28 de abril, durante el congreso
de la CSP-Conlutas.

Encuentro
con 512 delegadas electas reafirma la lucha contra el machismo y avanza
en la discusión sobre la participación de las mujeres en los
sindicatos.
Acto de abertura da inicio al congreso de la entidad